Salvador Martinha ridiculariza-se a arranjar uma desculpa para o infesto de Rui Sinel de Cordes

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Salvador Martinha, comediante português, quebrou o silêncio sobre a polémica envolvendo Rui Sinel de Cordes no espetáculo ‘Morro Amanhã’, realizado no Tivoli BBVA em Lisboa. O espetáculo foi organizado em homenagem ao falecido humorista Ricardo Vilão, com quem Martinha, Sinel de Cordes e Luís Franco Bastos formaram um grupo de stand-up comedy no passado.

Durante a performance, Sinel de Cordes começou a interromper constantemente Franco Bastos, o que gerou desconforto tanto entre os comediantes quanto na plateia. A situação escalou quando uma espectadora pediu a Sinel de Cordes para deixar os outros falarem, levando-o a reagir de forma agressiva e negativa. Esse comportamento levou a espectadora a sair do espetáculo, provocando um clima tenso na sala.

Martinha confessou que, embora Sinel de Cordes seja seu amigo, ele estava chateado com o comportamento deste durante o espetáculo. Após o incidente, o grupo tentou continuar a atuação, focando no humor da situação e fazendo um ‘roast’ a Sinel de Cordes. No entanto, Martinha sentiu que o espetáculo falhou em seu objetivo de homenagear Ricardo Vilão e se tornou centralizado em Sinel de Cordes.

Devido ao incidente, o segundo espetáculo previsto para o Porto foi cancelado por decisão de Martinha e Franco Bastos. Martinha expressou sua frustração e pediu desculpas ao público presente.

Durante a performance, que aconteceu no Tivoli BBVA, o humorista conta que a certa altura Sinel de Cordes, em tom de brincadeira, estava constantemente a interromper Franco Bastos. Contudo, a situação tornou-se de tal forma incómoda – devido à repetição – que o público começou a intervir.

“O Rui começou a ficar excitado não deixava ninguém falar”.

“Aquilo irritou-me um bocado, obviamente. Irritou-me, fiz aquele meu pezinho… Porque temos um alinhamento para seguir e não estava a fluir porque estávamos em loops de repetições. Chateou-me, mas era a intensidade, a loucura”

“As pessoas do próprio público estavam a aperceber-se do nosso desconforto. Falaram por nós. Estavam a ver que estávamos incomodados e começaram: ‘cala-te, deixa-os falar’, mas na boa”

“Uma senhora disse ‘deixa-os falar’ e o Rui tem ali um momento de ‘snap’ total”

Neste momento, foi o insulto.

“O Rui passou-se e tem ali um momento em que descarrega uma energia super negativa, uma raiva em cima de uma pessoa da plateia. Foi um momento em que colapsou, acho que não estava totalmente lá”

Depois de a espectadora em questão “levantar-se”, “dizer que era uma vergonha” e sair, a “sala ficou um gelo”. Contudo, o grupo optou por continuar o espetáculo. “Como é que nós continuámos? Com aquilo que sabemos fazer. Em perceber onde estava o humor daquilo. Pomo-nos no lugar do público e começámos um ‘roast’ ao Rui”, explica.

“O Rui não pareceu acalmar com aquilo, parece que o blackout continuou”

“Falhámos redondamente, falhámos numa missão que era homenagear um amigo (…) O espetáculo tornou-se sobre o Rui, não era o objetivo. Isto magoou-me, chateou-me e enraiveceu-me”

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